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Responsabilidade Mútua em Lughnasadh e RimWorld

Quando Aragorn, o legítimo rei de Gondor, reconquistou seu trono, houve paz e prosperidade. Simba trouxe de volta a abundância e a justiça para o reino da savana. Hamlet, Arthur, Caspian, Zelda, T’chaka, Vanellope. Todo rei e rainha que se prese precisa lutar pelo bem estar do seu reino, e garantir que ele prosperará em suas mãos responsáveis e não cairá nas garras do vício, da ganância e da… “maldade”.

Por mais problemáticas que sejam histórias do “verdadeiro rei aparecer e tudo ficar bem” sejam, há um elemento mitológico que torna as lições desse tipo de história em um tipo de verdade interna que podemos levar para nossas vidas.

Essas verdades internas podem ser chamadas de arquetípicas, e o que o arquétipo do rei que retorna ao seu reino depois de enfrentar grande perigo nos ensina que para termos prosperidade nas nossas vidas é necessário responsabilidade e sacrifício.

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Solstício de Dezembro de 2018

Esse post se trata da religião Wiccana. Mas também tem anúncios e esclarecimentos em uma segunda parte para a qual quem não tem interesse em religião poder pular só pra se manter atualizada.

Desde que a página do Facebook começou lá em 2015 eu tenho feito um leve trabalho de feitiçaria cibernética junto com esse projeto. Esse trabalho consistia em escrever textos na página para refletir sobre os 8 Sabbaths da Roda do Ano druídica e wiccana (algumas pessoas chamam ela de Roda do Ano Celta, mas eu não acho que seja possível afirmar o contexto histórico que justifique esse termo).

Esses textos haviam sido delegados ao Facebook, pois é um lugar casual onde eu não necessariamente preciso manter algum tipo de “tema”. Mas com um novo ano gregoriano chegando e a perspectiva da minha provável iniciação se aproximando, eu decidi que a conexão do meu trabalho profissional e acadêmico é importantíssima. Com o desejo de mudar algumas coisas por aqui, trago então esses textos também, que ao decorrer do projeto serão escritos conforme novos temas e reflexões sobre essas importantes épocas do ano forem surgindo.

Gostaria de lembrar antes de começar que as histórias que eu trarei aqui geralmente não fazem parte do consenso que as pessoas chamam de “celta”. Eu vou estar falando de vários mitos e interpretações que acabam fugindo das leituras clássicas de Gardner e Farrar porque a Roda do Ano é pra ser algo pessoal. Se algo que eu disser aqui ressoar contigo, mais poder pra nós. Se não, vida que segue e incentivo você a encontrar seus próprios mitos.

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